Interessante as coisas que o cara disse.
Que a essência de Zelda é você poder encontrar maneiras de usar itens diferentes.
E o outro disse que o fato de Link realizar pulos permite que novos locais sejam explorados.
Sim, os jogos precisam conter coisas que sejam realmente interessantes de descobrir.
Sim.
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Um outro cara disse que zerar o jogo o fez sentir como um gênio.
O Miyamoto, que é um gênio, disse que anota suas ideias em cartões e os guarda, pra usar depois em sessões criativas. É legal saber das técnicas dos outros.
Então o repórter diz que o japonês está mais interessado em criar tendências do que em segui-las, e é compleamente verdade. Aí o japa diz, por fim, que o futuro dos jogos está em projetar o jogador para dentro da tela.
Eu penso em um jogo onde o jogador registra seu desempenho de uma maneira unificada. E queria muito que os testes de empregos começassem a ser baseados em desempenhos medidos em jogos, que, obviamente, deviam antes ser categorizados. Talvez os participantes respondessem a questionários qualificando-se, primeiramente, em cada jogo. E depois haveria uma sessão. Ou isto fosse opcional. Não sei.
O Miyamoto pegou coisas da infância e fez o Zelda, e eu pretendo fazer algo parecido, com os Meninos e então sei lá com o quê. Tô interessado novamente em tudo isso, e vamos ver pra onde a coisa anda.
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O cara era como um prestidigitador. Fazia as pessoas verem o que ele queria sobre ele. E o que se vê é o que faz acreditar.
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Triforça de Link. Um robô falando com tons quase realistas na voz. Ainda se percebe que é um robô mas claramente a coisa evoluiu. Logo seremos assaltados com algo mais absurdo que todas as outras coisas que já temos.
isso obriga as pessoas a tornarem-se robôs. É terrível, mas a quantidade de informação a que temos acesso hoje no torna em robôs, ou melhor, em monstros da racionalidade. E isso é conflituoso demais.
Os próprios caras da equipe que criou o vídeo se chamam TriCell. Porra, será que essas coisas são tão fortes que grudam nas pessoas sem que elas notem? Eles poderiam justificar o nome como forma de marqueting, mas será que não notam que a coisa é via de duas mãos? E, claro, ainda, que isso é marqueting pros malditos...? Eu tenho minhas teorias de que mesmo os malditos põem esses símbolos nos seus jogos sem terem exatamente escolha. O símbolo os fascina e eles creem no fundo que estes símbolos possuem um poder tal que acrescentam valor ao jogo. Talvez acrescentem. Talvez os malditos entendam bem mais do que a gente, é provável, pois eles sabem coisas de programação e design, enquanto eu só me aventuro por ambos os campos, já tendo desoberto uma boa parte do mundo antes deles, parte que talvez eles nunca descubram. Talvez eu esteja mesmo à frente deles, talvez eu enxergue as coisas como elas realmente são. não tive escolha. Quando você cai assim fundo o que pode te salvar são suas unhas. Cave. Cave. Cave e espere pelo melhor.
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