A pior matéria jornalística de todos os tempos acabou de passar na globo e intitula os restartboys de músicos. Não que eu não pudesse prever... Bom, espera, eu não poderia. Se eu fosse o cara encarregado de definir eu com certeza não pensaria no termo escolhido nem em dois meses com o lápis na orelha. É estranho de repente ver isso assim, escrito. Embora nós saibamos que eles não o são, e que mesmo assim é este o termo que cabe segundo todos os padrões menos o da rebeldia, à parte disso, existe algo dentro de nós que normalmente só associa realmente, obtendo o efeito resultante, termos contraditórios de maneira que leve ao efeito quando vemos a situação ocorrendo na nossa frente.
Por isso é bem mais tranquilo ouvir dizer que algo aconteceu do que ver com os próprios olhos.
Pois enquanto não vemos algo ocorrendo de fato nós ainda podemos deixar a mente encarregar-se de fantasiar a não ocorrência desta situação teste.
A repórter associa a banda ao termo polêmica. Oh meu deus.
Já jogaram balas em nós, mas aí é saudável.
O pessoal de outros países respeita bem mais.
Jesus.
Então essa merda de boyband sem talento toca em outros países.
Jesus.
Essa foi mesmo de estragar.
Pelanza e
Pelucas?
Vai tomar no olho do cu da garça, amiguinho.
Fazer um determinado público gostar daquilo que você escreve tem muito a ver com saber do que é que esse público gosta, pra começo de papo. Não dá pra fazer uma mãe ler a respeito de errepegês, a não ser que ela seja completamente interessada na vida lúdica de seu filho, ou esteja pensando em virar adepta, o que é ainda mais raro.
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